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Intercâmbio: o que não levar na mala

Fazer a mala para um intercâmbio pode parecer complicado demais — principalmente quando você ainda não conhece bem a rotina, o clima e o estilo de vida do seu destino.

Seja para estudar na Austrália, Irlanda, Canadá, Japão ou outro país, existe uma regra de ouro: viajar com uma mala funcional e leve.

Evitar excesso de bagagem e priorizar itens versáteis, que possam ser usados em diferentes situações e climas, ajuda a evitar taxas extras e facilita bastante a mobilidade durante a viagem.

Pensando nisso, preparamos um guia atualizado com o que você realmente não precisa levar para seu intercâmbio.

Considere o clima do seu destino

Antes de montar a mala, é importante entender o clima e o estilo de vida do país onde você vai estudar.

Destinos populares de intercâmbio têm realidades climáticas bem diferentes. Durante o inverno em cidades como Dublin, por exemplo, as temperaturas costumam ser baixas, com vento e chuva, o que exige roupas adequadas para frio e umidade. Já em destinos como Austrália, Malta ou Portugal, o clima tende a ser mais quente ou mediterrâneo em boa parte do ano.

Por isso, organizar a mala de acordo com o perfil climático do destino faz toda a diferença.

Destinos frios

Irlanda, Canadá, Reino Unido, Alemanha e França costumam exigir roupas adequadas para frio intenso em determinadas épocas do ano.

O que NÃO levar: casacos de lã volumosos comprados no Brasil.

Essas peças ocupam muito espaço na mala e muitas vezes não são ideais para enfrentar vento forte, neve ou chuva constante.

Dica: prefira o sistema de camadas, com roupas térmicas, um suéter e um bom casaco externo. Vale levar algumas peças térmicas e deixar para comprar o casaco mais pesado no destino, onde as roupas costumam ser desenvolvidas especificamente para o clima local.

Destinos de clima quente

Austrália, Malta, Espanha, Portugal e África do Sul costumam pedir roupas mais leves durante boa parte do ano.

O que NÃO levar: excesso de calças jeans, roupas pesadas e sapatos sociais.

Dica: prefira roupas leves e respiráveis. Tecidos como algodão e linho costumam funcionar melhor em climas quentes. Também vale investir em óculos de sol, protetor solar e uma jaqueta leve corta-vento para mudanças de temperatura ao longo do dia.

Destinos urbanos e culturais

Em destinos como Japão, Coreia do Sul, Itália e Argentina, caminhar bastante pode fazer parte da rotina.

O que NÃO levar: sapatos desconfortáveis ou difíceis de tirar e colocar.

Dica: escolha tênis confortáveis, calçados fáceis de tirar e meias novas em bom estado. Em alguns países, como Japão e Coreia do Sul, é comum tirar os sapatos antes de entrar em determinados ambientes.

Checklist geral: o que deixar no Brasil

Roupas

roupas

Durante o intercâmbio, a rotina costuma ser mais prática e casual do que no Brasil. Por isso, não vale a pena exagerar na quantidade de roupas.

  • Muitas roupas de balada.
  • Todos os seus pijamas.
  • Muitas calças jeans.
  • Muitos biquínis, sungas ou roupas de praia.
  • Peças que você quase não usa no dia a dia.

Uma boa estratégia é montar um guarda-roupa versátil, com peças que combinem entre si e funcionem em diferentes ocasiões.

Sapatos

sapatos

Na maior parte do intercâmbio, você vai andar bastante — a pé ou de transporte público. Por isso, o ideal é priorizar conforto e praticidade.

  • Sapatos “por precaução” que você provavelmente não vai usar.
  • Salto alto em excesso.
  • Muitas variações de chinelo.
  • Sapatos bonitos, mas desconfortáveis.

No geral, os mais úteis costumam ser: um tênis confortável, um calçado mais resistente ao frio e um chinelo ou sandália.

Produtos de Beleza/Higiene

higiene

Outro erro comum é exagerar nos produtos de higiene e beleza. Na maioria dos destinos, você encontrará facilmente shampoo, sabonete, hidratantes, maquiagem e outros itens básicos em farmácias e supermercados.

  • Muitas marcas internacionais que você também encontra fora do Brasil.
  • Frascos grandes de shampoo, sabonete e condicionador.
  • Muitos itens de maquiagem que provavelmente ficarão parados.

O ideal é levar apenas itens de uso muito específico e um kit pequeno para os primeiros dias.

Acessórios

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Os acessórios podem até transformar um look, mas no intercâmbio vale priorizar praticidade e peças realmente úteis.

  • Muitas bijuterias.
  • Mil bolsas diferentes.
  • Muitos acessórios de cabelo.

Uma mochila funcional, uma bolsa prática e poucos acessórios versáteis já costumam dar conta do recado.

 

Artigos Esportivos

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Se você pratica algum esporte e já possui um equipamento bom, pode valer a pena trazer. Mas, fora isso, o melhor é evitar carregar peso desnecessário.

  • Artigos de esportes que você não pratica, mas acha que talvez vá aprender.
  • Equipamentos que seriam usados apenas em uma ocasião específica.
  • Equipamentos de má qualidade.

Em muitos casos, alugar ou comprar no destino acaba sendo mais prático e até mais econômico.

Comida e Bebida

comida

Sentir saudade da comida do Brasil é normal, mas não é necessário encher a mala de alimentos. Em muitas cidades com estudantes internacionais, você encontra produtos brasileiros ou equivalentes com certa facilidade.

  • Leite condensado.
  • Guaraná.
  • Paçoca.
  • Goiabada.

Antes de viajar, lembre-se também de verificar as regras de entrada de alimentos do país de destino e da companhia aérea.

Dica extra: leve documentos importantes

Uma recomendação importante para qualquer intercâmbio é levar cópias físicas e digitais de documentos essenciais, como passaporte, visto, seguro viagem e carta da escola ou universidade. Isso pode ajudar bastante caso os documentos originais sejam perdidos ou roubados.

Dica final: quase tudo pode ser comprado no destino

Uma das melhores dicas para quem vai fazer intercâmbio é simples: não leve tudo. Você provavelmente encontrará no destino roupas adequadas ao clima, produtos de higiene, acessórios e outros itens do dia a dia. Levar apenas o essencial facilita a viagem e evita custos extras com bagagem.

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Photo by Annie Spratt on Unsplash

02 Set 2020 ligiaruy
O que levar (mala)
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